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22
jan

Brincadeiras para as férias em casa

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As férias são uma época para relaxar, fazer coisas diferentes e viver novas experiências. Para as crianças, é um momento de estar junto aos amigos, e família em aventuras que fogem do cotidiano. Pelo menos, esse é o conceito principal de férias.

Quando estes momentos de descanso estacionam em frente às telas, os dias parecem menos emocionantes e a chegada do tédio não demora muito.

Por isso, sugerimos aqui 10 ideias de brincadeiras para movimentar as férias dos seus pequenos:

1 – Elefantinho colorido! – Pergunte: “Que cor?”. Ele fala a cor, e os outros correm para tocar em algo daquele tom antes que o “elefantinho” consiga capturá-los. Aquele que for capturado se torna o próximo elefantinho.

2 – Bolinhas de Sabão – Um pote com água, sabão e canudinho e a brincadeira não para mais.

3 – Caça ao tesouro – Esconda um prêmio (algo bem simples mesmo) e esconda bilhetinhos com charadas que, respondidas, levam a outra pista. E assim por diante, até o tesouro. 


4 – Boliche – Com garrafa pet e bolinha de meia mesmo.

5 – O que é O que é? – Na internet você pode encontrar diversas descrições para a galerinha descobrir.

6 – Um desfile de moda – Preparar um desfile com diversos looks diferentes pode ser envolvente para os baixinhos. Eles com certeza vão adorar.

7 – Verão de estrelato – Escrever o roteiro de um filme e atuar são atividades que influenciam o desenvolvimento da criatividade nas crianças. Ajude-os a criar uma história e registrar em pequenos vídeos que podem ser editados facilmente com aplicativos do próprio aparelho.

8 – Cozinhe – Fazer refeições se torna bem mais interessante quando eles colocam a mão na massa. Pense em receitas simples e incentive os pequenos a dar show na cozinha.

9 – Jardinagem – Brincar no barro pode ser divertido, mas imagina se disser aos seus baixinhos que as plantas que eles colocam no solo agora poderão fazer sombra para os filhos deles? Tirar uma foto do momento em que semearam a terra e comparar com o quanto a planta cresceu é uma atividade que inspira sentimentos de compromisso, responsabilidade e imaginação.

10 – Tele Jornal – Comunicar é com eles. Mas além de dizer que faltam doces na dispensa, é preciso contar notícias mais abrangentes. Incentive os pequenos a criar um jornalzinho para o bairro, que possa ser colorido com lápis e traga notícias importantes para os moradores.

08
jan

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Orgânicos: bom pra todo mundo.

Uma alimentação saudável é muito importante para qualquer pessoa.
E durante a gestação e infância, essa importância é ainda maior.

Os orgânicos, seja de origem animal ou vegetal, são produtos desenvolvidos sem a utilização de substâncias químicas, adubos químicos, sementes transgênicas, hormônios sintéticos e antibióticos que ampliam o crescimento de forma irregular.

Estudos demonstram que os agrotóxicos são altamente prejudiciais ao organismo e os resíduos que permanecem nos alimentos podem provocar diversas complicações tanto em adultos quanto em crianças: reações alérgicas, respiratórias, distúrbios hormonais, problemas neurológicos e outras enfermidades.

Já os orgânicos, carregam sempre uma grande quantidade de vitaminas, proteínas e toda a sua composição nutritiva sem a inserção de quaisquer substância que possa trazer danos ao organismo do seu humano. Por isso estes produtos devem fazer parte da dieta de futuras mamães e das crianças.

Na gestação ocorre a programação metabólica de um novo ser e, por isso, é muito importante que a mãe mantenha uma alimentação saudável com alimentos sem aditivos de qualquer natureza. Os hábitos alimentares podem comprometer tanto a integridade da mãe durante a gestação, quanto a qualidade do leite na amamentação.

O espinafre, brócolis e a couve são folhosas de cor verde-escuras e de fácil acesso dentre os orgânicos. Estas contém abundância de ácido fólico, uma vitamina muito importante para o período pois ajuda na rápida divisão celular, fechamento do tubo neural e desenvolvimento fetal. Também fontes de ferro, estes folhosos são ótimos aliados na prevenção à anemia, frequente em gestantes e crianças. Também contém magnésio, que ajuda a prevenir a pré-eclampsia e hipertensão gestacional.

Ovos caipiras são facilmente encontrados e excelentes para as gestantes. A colina presente neste alimento ajuda no desenvolvimento cerebral e é reguladora da memória e atenção do bebê. Feijão e arroz integral são outros aliados importantes na nutrição de grávidas e crianças, pois além do seu caráter orgânico, estes produtos possuem um grande potencial nutritivo e carregam consigo o ferro, manganês, cálcio, vitamina k, fibras e outros nutrientes fundamentais para o desenvolvimento saudável de crianças e bom desempenho na gestação das mamães.

Por isso, mamãe: consuma alimentos orgânicos e influencie esta prática nos pequenos desde cedo. Quem se alimenta com qualidade, vive com qualidade.

18
dez

A importância da escola de educação infantil

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Embora algumas pessoas não concordem, a educação infantil traz muitas vantagens para a criança. Além de ajudar a família a criar uma rotina, os pequenos também desenvolvem sua própria rotina na escola. Aprendem a dividir os brinquedos e a esperar sua vez, além de terem acesso a nutricionistas, pedagogas, professores de música e dança e até psicólogas. Isso sem falar das atividades dirigidas e pensadas para cada etapa de desenvolvimento das crianças. Claro que todas essas opções não estão disponíveis em todas as escolas e por isso a escolha da deve ser feita com tempo e cautela.
Visite a escola em diversos horários diferentes, pergunte pela formação dos professores, pela equipe pedagógica e filosofia de ensino. Todos esses itens influenciam muito na educação que seu filho vai receber.
Também procure se informa se a escola também tem alguma essência religiosa, pois provavelmente isso fará parte da rotina dos seus filhos. Se conhecer pais que já utilizam os serviços daquela escola, ainda melhor. Nem sempre escola privada é sinônimo de qualidade.
Um item muito importante a se avaliar é o espaço físico, tanto interno quanto externo, pois será neste local que seus filhos vão passar boa parte do dia. Contar com segurança e é indispensável.
E lembre-se: segundo a Resolução CNE/CEB Nº 5/2009 art. 5º, § 2º, é obrigatória a matrícula na educação infantil de crianças que completam 4 ou 5 anos até 31 de março do ano em que ocorrer a matrícula. Educação é o alicerce para uma vida feliz.
#MeuFofinho #CriançasMaiorTesouro

05
dez

A voz de fofura não é por acaso.

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Ao ver aquele sorrisinho lindo, os olhos redondinhos e as bochechinhas imensas é muito fácil cair no diminutivo ou se apropriar dos termos criados pelos próprios pequenos. Peziiiinnhos, papaaa, banhiiiinho, lindinhuuuu. Não adianta negar: é quase impossível resistir à fofura.

Mas pense bem: isso é realmente uma coisa positiva para o desenvolvimento do seu bebê?

Tatibitate. Além de um nome complexo, este comportamento tão comum embasa pesquisas que buscam definir sua origem o e as consequências no desenvolvimento da linguagem na criança. Os animais são um bom exemplo no caso da origem: quando uma mãe lobo vai falar com seu filhote, ela muda um pouco a forma de falar para ser mais facilmente identificada em meio a uma matilha muito grande.

Quanto às consequências: pode parecer chato, mas isso não faz nada bem para o seu bebê.

Quando pronuncia palavras no diminutivo, ou usa a forma como a criança tenta falar para facilitar a compreensão entre mãe e filho, você dificulta a aprendizagem. Evite este hábito e não permita que termos como papa, “nanan” e outras expressões permaneçam no vocabulário da criança por muito tempo.

Todas as palavras aprendidas de maneira errada terão que ser reinterpretadas futuramente, atrasando o conhecimento e o desenvolvimento da comunicação oral da criança.

20
nov

Posso dormir lá, mãe!? 5 dicas para incentivar amizades.

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Se para um adulto as amizades são extremamente importantes nos pontos psicológicos e sociais, na vida dos pequenos elas são ainda mais: ajudam a construir a personalidade, incentivam a criança a expressar opiniões, desenvolvem a autoestima e laços que são carregados por toda a vida.

Relacionamos aqui algumas dicas para influenciar seus filhos a desenvolver melhor as amizades seja no colégio, na família ou onde elas estiverem.

1 – Ofereça diversas oportunidades para o seu filho socializar.

Em alguns casos, o sentimento de proteção incentiva os pais a manter a criança um pouco isolada do resto do mundo. mesmo altamente prejudicial e pode trazer danos irreversíveis à personalidade.

Proporcione oportunidades para o seu filho interagir com o mundo. Quanto mais melhor, tanto com adultos, quanto com crianças. Ao se sentir à vontade para dizer o que pensa, com certeza vai ficar mais laços serão construídos.

2 – Seja o exemplo

Ao ver o modo como você fala com outras pessoas, a criança é incentivada a fazer o mesmo. Pais que nunca se encontram com os amigos estão dando o exemplo de que não é preciso se relacionar.

3 – Converse

Conversar com seu filho é a melhor maneira de entender o que se passa em sua vida. Ouça suas histórias com atenção e dê sugestões reais de como se comportar em determinada relação.

4 – Não obrigue seu filho a fazer amigos

Quando a criança não se sente à vontade com determinada criança, parente ou ambiente, sua vontade será de sair dali o quanto antes, nem que seja para se isolar no seu próprio quarto.

Por isso, não force seu filho a frequentar a casa de amigos, primos ou parentes sabendo que ele não vai se sentir bem.

5 – Cuidado com atividades que incentivam o isolamento

Toda e qualquer atividade de entretenimento que a criança possa realizar sozinha é uma possibilidade de gerar isolamento. Porém, um bom conselho é não controlar completamente o uso do computador, videogames, tablets e afins, afinal atualmente as crianças crescem em um mundo cercado de tecnologias.

Ao oferecer muitas opções de atividades em grupo, junto com os amigos, a solidão do quarto e o computador são atividades recorridas com uma frequência menor.

06
nov

Adoção: uma atitude que exige muito amor e dedicação

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Sempre repleta de incertezas e inseguranças, a adoção de um filho nunca é uma decisão fácil. Sou capaz de adotar uma criança? A casa está preparada para receber um novo integrante? Consigo amar uma vida que não foi gerada por mim?

Essas são dúvidas completamente normais e legítimas. Mais do que analisar a condição financeira da sua casa para receber uma nova vida, é importante refletir sobre as diversas questões que envolvem o assunto, tudo com conhecimento próprio, empatia e muita paciência.

Mesmo com a melhor das intenções, realizar uma adoção de forma precipitada pode trazer consequências devastadoras para a criança. Em um mundo cada vez mais separado por preconceitos e padrões, voltar às mãos do estado é uma sensação desanimadora. Tentar compreender que as coisas não deram certo por despreparo da família que a recebeu é algo altamente complexo para criança, e ainda mais complicada para adolescentes. Fazer uma análise sincera e descobrir se você é realmente capaz de lidar com as adversidades é fundamental ao cogitar a adoção.
Cada vida é única

Antes de iniciar o processo, é muito importante que você tenha certeza de que consegue lidar com as diferenças. Apesar dos inúmeros avanços em relação à adoção, campanhas de incentivo, debates e congressos, algumas características como a idade e cor da pele permanecem como tabus.

A maioria das pessoas tem preferência por recém-nascidos e brancos, buscando casos com índice menor de conversas desafiadoras sobre desamparo, injustiças e, eventualmente, as cicatrizes de um preconceito racial.

Saber quais experiências positivas e negativas a criança viveu é essencial para entender comportamentos e como lidar com eles. Se deseja adotar uma vida, prepare seu coração para lidar com as histórias que ela carrega.
Como eu faço para adotar?

Após uma reflexão profunda sobre todos os fatores, você tem a convicção de que deseja adotar uma vida? Então vá até o Fórum de sua Comarca, com seu RG e um comprovante de residência. A Vara agendará uma entrevista para a data que o setor técnico do Fórum tiver disponível.

Neste momento, você receberá a lista dos documentos necessários para dar continuidade ao seu processo. Esses documentos variam em cada vara judiciária, mas geralmente são:
– O modelo do requerimento de inscrição que será fornecido pelas Varas da Infância e da Juventude, preenchido pelo próprio requerente e protocolado no cartório da infância e juventude acompanhado de documentos que podem ser apresentados em seu original, por cópia autenticada ou simples. No caso de serem apresentadas cópias simples, estas deverão ser conferidas pela serventia frente aos originais e tal circunstância ser certificada. Os documentos a serem apresentados são os seguintes:

1 – cópia dos documentos pessoais dos requerentes (Carteira de Identidade, Cadastro de Identificação do Contribuinte, Certidão de Casamento, se casado, ou Certidão de Nascimento, se solteiro, sendo que as certidões deverão ser de expedição recente);
a – comprovante de residência (conta de luz, telefone, energia elétrica, correspondência bancária ou de cartão de crédito, etc.);
b – comprovante de rendimentos, ou declaração equivalente (holerite, declaração do imposto de renda, declaração do empregador em papel timbrado ou com firma reconhecida, etc.);
c – atestado ou declaração médica de sanidade física e mental;
d – fotografia(s) do(s) pretendente(s) e de sua residência (parte externa e interna).

2 – Registrado e autuado o requerimento e certificada a juntada de todos os documentos, o juízo deverá requisitar certidão do distribuidor forense cível e criminal, juntando-as aos autos. Caso o requerente resida na comarca há menos de 10 anos, deverá ser requisitada certidão junto ao distribuidor de seu anterior domicílio, isso enquanto não estejam integrados no Estado os dados de distribuição por meio eletrônico;

3 – Devidamente instruídos os autos, serão eles remetidos ao Setor Técnico para o agendamento de entrevista(s) por Assistentes Sociais e/ou Psicólogos, que cuidarão da intimação telefônica do pretendente;

4 – encerrada a avaliação técnica por meio de parecer (es) conclusivo (s), terá o Ministério Público vista dos autos;

5 – após, deverá ser decidido o pedido de habilitação, por sentença, para inclusão dos requerentes no cadastro da vara e comunicação à CEJAI para inclusão no cadastro estadual.
Informe-se e saiba mais sobre o processo de adoção em sua cidade. Mas lembre-se: esta é uma atitude de muito amor e exige evolução na mesma medida.

24
out

Faça chuva ou faça sol: dicas para um enxoval bem elaborado

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A lista de itens do enxoval deve se adaptar à época do ano em que o bebê nasce. Essa é a melhor maneira de ter um rendimento interessante e não comprometer todas as contas logo de inicio.
Escolher cada peça cuidadosamente, com atenção às necessidades do recém nascido e de acordo com o local em que vai viver durante seu primeiro aninho, são atitudes essenciais para um realizar bons investimentos em uma fase em que tudo assusta o bolso dos pais.

Nascidos no calor

O enxoval dos nascidos no verão deve ser constituída por itens mais leves. Tecidos finos e roupinhas abertas ajudam a pele do bebê a respirar e evitam quadros de febre e desidratação.
É importante ter em vista que o critério custo/benefício é crucial na escolha de cada peça. Por exemplo, não se deixe levar pela aparência fofa de casaquinhos e mantas se você sabe que em sua cidade nunca faz frio.
O resultado serão roupas novas sem uso e que deixarão de servir rapidamente.

Dias e noites mais quentes aguardam os nascidos no calor. Mesmo assim é preciso lembrar daquela mantinha para proteger seu pequeno de algum vento frio ou até mesmo do ar-condicionado.

Lista de itens essenciais para os nascidos nas estações ou regiões mais quentes:

Body de manga curta: 6 tamanho RN e 6 tamanho P
Body de manga comprida: 4 tamanho RN e 4 tamanho P
Calça tipo “mijão” ou culote (os sem pé duram mais) : 4 tamanho RN e 6 tamanho P
Macaquinho ou jardineira curta para banho de sol: 4 tamanho P
Macacão inteiro de manga comprida: 5 tamanho RN e 6 tamanho P (é bom ter alguns mais fininhos, de malha ou algodão, e um ou dois mais grossos, de plush, por exemplo)
Camiseta: 4 tamanho P
Calça de moletom, legging ou jeans: 2 tamanho P
Casaquinho de lã, linha ou moletom : 2 tamanho RN e 2 tamanho P
1 roupa para “saída da maternidade”: deve ser confortável, mais quentinha (mas sem exageros) e bonita para estar nas fotos que serão guardadas para sempre
Macacão de algodão simples, confortável, tipo pijama: 2 tamanho RN e 2 tamanho P
Meia: 6 pares
Chapéu para sol: 2
Manta de algodão, tricô ou soft: 2
Fralda de pano simples para usos variados: Pelo menos 4 , mas são tão úteis que vale a pena ter umas dez.
Paninho de boca: Pelo menos 6
Toalha de banho com capuz: 3
Lençol de baixo com elástico, para berço: 3


Nascidos no frio

Os bebês nascidos no período do inverno, ou em regiões mais frias, exigem ainda mais atenção dos pais quando o assunto é economia.

A primeira vontade é comprar todo o tipo de macacão, touca, moletom e outras roupinhas quentinhas que enchem os olhos de fofura.
Mas por traz de tanta delicadeza se esconde um gasto sem necessidade e que pode fazer muita falta no futuro.
Cachecóis, mantas, toucas e roupas quentes devem ser compradas em número bem limitado no período dos primeiros 3 meses. Deixe o maior número de peças quentes para o decorrer do primeiro aninho.

Alguns estados brasileiros apresentam meia estação, o que faz com que os bebês precisem de roupas frias e quentes. Nesses casos o equilíbrio é essencial.

Lista de itens indicados para o enxoval do nascidos em regiões ou períodos frios:

Body de manga comprida: 6 tamanho RN e 6 tamanho P
Body de manga curta: 4 tamanho RN e 4 tamanho P
Calça tipo “mijão” ou culote, com elástico na cintura (as sem pé duram mais): 6 tamanho RN e 6 tamanho P
Calça de moletom, legging ou jeans molinho: 4 tamanho P
Camiseta de manga comprida: 4 tamanho P
Macacão inteiro de manga comprida: 6 tamanho RN e 6 tamanho P (é bom ter um ou dois mais fininhos, de malha, e os outros mais grossos, de plush, por exemplo )
Macacão sem enfeite nem capuz, simples, de tecido grosso, para dormir: 3 tamanho RN e 3 tamanho P
Casaquinho de lã, soft, tricô ou moletom grosso (sem capuz ): 4 tamanho RN e 4 tamanho P
Jaqueta com capuz: 1 tamanho P
Roupa para “saída da maternidade”: deve ser confortável, agasalhada e bonita para estar nas fotos que serão guardadas para sempre
Meia: 6 pares
Touquinha: 2
Chapéu para sol: 1
Luva: 2 pares, sem divisão de dedos
Manta de algodão, tricô ou soft: 1
Xale quentinho ou de lã: 2
Fralda de pano para usos variados: pelo menos 4, mas vale a pena ter umas dez
Paninho de boca: pelo menos 6
Toalha de banho com capuz: 4
Lençol de baixo para berço com elástico: 4

04
out

Desafio em dose dupla

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A notícia da gravidez chegou e encheu a família e os amigos de emoção. Os meses passaram e vocês descobriram que seriam pais de gêmeos. Passam por um nervosismo enorme até vê-los nascendo perfeitos e cheios de saúde.
Mas e agora? Como criar e cuidar de gêmeos?

Lidar com o estresse nas primeiras semanas é fundamental para começar bem. Mesmo que o casal já tenha filhos, a chegada de gêmeos é uma situação completamente nova. O tempo é escasso, os gastos são dobrados e as preocupações em dose dupla.

É importante saber que para cuidar bem dos seus filhos, é preciso cuidar muito bem de você. Grande parte das pessoas têm um choque ao encontrar pais de gêmeos e acaba por não reparar o quanto é uma situação desafiadora.
Atitudes e palavras de terceiros costumam desestimular os pais de gêmeos e levar o casal a duvidar da própria capacidade. Por isso, não leve muito a sério criticas superficiais e comentários sem embasamento.
Um dos segredos é ter muita parcimônia nos sentimentos ao lidar com as situações. Aceitar ajuda é essencial para não acumular atribuições e, por isso, quando as pessoas se colocarem à sua disposição, aceite e diga exatamente do que você precisa.

Seja com os bebês (olhá-los enquanto você prepara uma refeição, por exemplo) ou com a casa (colocar as roupinhas para lavar), toda ajuda deve ser bem-vinda.

No caso das tarefas domésticas é preciso entender: você não terá horas suficientes no dia para que tudo fique como era antes do nascimento dos bebês. Por isso, diminua sua própria cobrança e quando possível peça ajuda, pelo menos enquanto os bebês dormem.

Simplificar a vida é o melhor jeito de fazer tudo fluir. Organize tabela de tarefas e coloque atrás da porta do quarto das crianças, assim você poderá controlar quem já mamou, tomou banho, remédios, etc. Isso ajuda a não repetir tarefas, tendo uma noção muito mais clara do tempo.
Você verá: no instante em que vocês pegarem o ritmo, os momentos de alegria vão dobrar também.

20
set

Dicas para melhorar a alimentação

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A alimentação faz parte da educação de toda criança. Incentivar o consumo de alimentos saudáveis nem sempre é uma tarefa fácil, por isso relacionamos algumas simples dicas que podem ajudar muito.

Crie regras justas

Toda regra precisa ter um objetivo e determinada flexibilidade, pois quando a proposta é justa, ela é aceita pela criança com mais facilidade. Estipule porções específicas para o consumo de todo tipo de alimento, como um doce após o almoço, diariamente, por exemplo. Assim a criança sabe que o momento do doce irá chegar, o que também incentiva a disciplina.

Saiba do que o seu filho gosta

Assim como os adultos, a criança tem seus alimentos preferidos e aqueles que não agradam muito o seu paladar. A melhor maneira de descobrir as preferencias é ouvindo sua opinião sobre o sabor de cada alimento. Substituir legumes e frutas que não são muito bem recebidos por outras que a criança prefere é uma maneira de incentivar o consumo de alimentos saudáveis. Conversar francamente sobre o assunto é essencial.

Torne a refeição algo interessante

Estimule a criança a consumir alimentos diferentes e variar sua alimentação de forma divertida. Experimente fazer espetinhos de legumes, de forma que você possa misturar diversas cores e nutrientes em uma só refeição.

Frutas são ótimos acompanhamentos

A grande maioria dos doces mais comuns, como sorvetes e chocolates, pode ter o acompanhamento de alimentos saudáveis. Por exemplo, ao invés de encher o pote de sorvete até a borda, insira pedaços de morangos, isso vai influenciar a criança a consumir frutas.

04
set

Andador: por que estão todos contra ele

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Os primeiros passos são sempre marcantes na vida do bebê e dos pais. É um momento na vida da criança que dá vontade de compartilhar com todo mundo, simplesmente porque representa um avanço na sua independência. Mas esse desenvolvimento deve ser influenciado através do andador? Existe uma grande campanha dizendo que não.

A conjuntura atual é de grande polêmica em torno do produto. No Brasil, no ano de 2013 uma liminar da Justiça de Passo Fundo (RS) determinou a proibição da comercialização de andadores infantis em todo o pais. Na decisão, a juíza destaca que nenhuma das marcas analisadas está dentro das normas de segurança do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e coloca que “a natureza do produto se destina a bebês e crianças na fase de aprendizagem do ato de caminhar, portanto, em situação biológica de vulnerabilidade potencializada”.
Antes disso, no ano de 2010, a Associação Profissional de Médicos de Crianças e Adolescentes da Alemanha lançou uma campanha defendendo a proibição da venda de andadores. Dados de pesquisas realizadas no Reino Unido também mostram que o andador é o equipamento infantil que mais provoca acidentes e lesões.

Médicos pediatras afirmam que quando seu bebê está utilizando o andador, ele fica em uma altura que não é a adequada à idade, o que dá certa “liberdade” à criança. Assim, o bebê pode alcançar objetos que normalmente não alcançaria, como facas, tesouras, entre outros utensílios domésticos, o que pode ter consequências terríveis.

A Revista Pediatrics, uma das principais publicações da área, coloca que o uso do andador atrasa o aprendizado da criança. Segundo estudos apresentados na publicação, bebês que usam andador demoram muito mais para aprender a andar e podem apresentar um atraso considerável no desenvolvimento motor e mental. Sentar, andar e caminhar são avanços que levam muito mais tempo em crianças que utilizaram andador.

Para atingir marcos de desenvolvimento o bebê precisa passar pelas fases de rolar, sentar, engatinhar e brincar no chão. Por isso, mesmo que se mostre cansativo carregar seu filho no colo, é preciso que estas fases sejam respeitadas e superadas com naturalidade, tanto pelo crescimento saudável do bebê, quanto pela sua segurança.