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05
dez

A voz de fofura não é por acaso.

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Ao ver aquele sorrisinho lindo, os olhos redondinhos e as bochechinhas imensas é muito fácil cair no diminutivo ou se apropriar dos termos criados pelos próprios pequenos. Peziiiinnhos, papaaa, banhiiiinho, lindinhuuuu. Não adianta negar: é quase impossível resistir à fofura.

Mas pense bem: isso é realmente uma coisa positiva para o desenvolvimento do seu bebê?

Tatibitate. Além de um nome complexo, este comportamento tão comum embasa pesquisas que buscam definir sua origem o e as consequências no desenvolvimento da linguagem na criança. Os animais são um bom exemplo no caso da origem: quando uma mãe lobo vai falar com seu filhote, ela muda um pouco a forma de falar para ser mais facilmente identificada em meio a uma matilha muito grande.

Quanto às consequências: pode parecer chato, mas isso não faz nada bem para o seu bebê.

Quando pronuncia palavras no diminutivo, ou usa a forma como a criança tenta falar para facilitar a compreensão entre mãe e filho, você dificulta a aprendizagem. Evite este hábito e não permita que termos como papa, “nanan” e outras expressões permaneçam no vocabulário da criança por muito tempo.

Todas as palavras aprendidas de maneira errada terão que ser reinterpretadas futuramente, atrasando o conhecimento e o desenvolvimento da comunicação oral da criança.

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