Facebook

Categoria: Dicas

18
jul

Devo dar chupeta para meu filho?

meufofinho_blog_fotos_1

O uso da chupeta é controverso entre especialistas da saúde infantil. Para muitos, o objeto é apenas um método para acalmar o bebê e tranquilizar os pais, enquanto, para outros, traz benefícios para o bem-estar dos pequenos.

Para os pediatras que aconselham seu uso, ela deve ser oferecida apenas quando o recém-nascido já estiver mamando bem e com moderação. Ela deve ser um “último recurso” dos papais.

Atualmente, as chupetas são mais seguras, pois são fáceis de esterilizar e não há perigo de o bebê engolir o bico ou se engasgar. Ainda assim, é preciso ter certos cuidados. Elas devem sempre ser mantidas limpas e nunca mergulhadas em alimentos doces para, por exemplo, acalmar o bebê mais rápido. Caso você note que ela está grudenta, rasgada ou furada, o objeto deve ser trocado imediatamente.

As desvantagens em usá-la, contudo, podem variar entre otites, infecções em geral, problemas dentais que, mais tarde, podem requerer o uso de aparelhos ortodônticos, problemas na fala e prejuízos na amamentação.

Caso o uso for aderido pelos papais, ele deve ser moderado e abandonado até que os dentes permanentes estejam prestes a nascer. A necessidade de sucção é maior nos primeiros meses da vida dos pequenos. Em seguida, os interesses deles passam a se voltar para outros sentidos.

É recomendável que o hábito seja retirado aos poucos, com brincadeiras, pequenas recompensas ou novos planos na rotina. Na hora de dormir, um horário onde a chupeta é frequentemente utilizada, por exemplo, tente fazer uma mudança. Leia junto da criança, coloque uma música leve ou a distraia com um novo objeto, como um bichinho de pelúcia. Dessa forma, a atenção da criança para com a chupeta sumirá progressivamente, até abandoná-la por completo.

04
jul

Quanto custará ter um filho?

meufofinho_blog_fotos

A chegada de um novo membro na família é sempre conturbada. Conciliar os gastos da casa e do casal com os do pequeno parece um desafio aos novos papais. De acordo com pesquisas, ter um filho gasta, ao longo de sua vida, o equivalente a um bom imóvel, poupança e 20 carros populares. Porém, com planejamento, responsabilidade e disciplina, tudo pode ser harmonizado.

Para o casal ficar tranquilo e as necessidades básicas do bebê serem satisfeitas, as mudanças financeiras devem ser calculadas antes mesmo do parto. Segundo especialistas, o ideal é resolver problemas antes da chegada do herdeiro, como quitação de dívidas, abertura de poupança e verificar se a renda familiar pode arcar com os eventuais custos. Como sugestão, deve ser feita uma planilha de gastos atuais e rotineiros, analisando com cuidado o que deve ser priorizado e o que pode ser descartado.

Procurar parentes ou amigos que já tiveram essa experiência não é deselegante. Eles poderão ajudar você a decidir o que é necessário comprar e o que é apenas capricho. Pesquisar onde o berço tem um preço que cabe no seu bolso e ainda mantém a qualidade, é essencial. Os brinquedos não necessitam ser caros, apenas estimulantes e divertidos para a criança. As roupinhas têm grande papel na hora de economizar. Para o cotidiano, opte pelas peças mais simples e sem muitos enfeites. A estação do ano na qual o herdeiro nascerá será fundamental para a escolha das roupas. O uso de fraldas não pode ser retirado ou diminuído, mas é importante buscar o melhor preço. Creches não podem ser eliminadas, mas o valor de cada uma também pode ser pesquisado.

Após acomodar as mudanças geradas pelo bebê, pense sobre seu futuro, formando estimativas de custo e não deixando tudo para a última hora. Ter filhos é um compromisso e uma aventura para qualquer casal. Os gastos virão sempre e, muitas vezes, até ultrapassarão o planejado. Contudo, é indispensável pensar sobre o quanto essa decisão marca a vida do casal, firmando os laços familiares e trazendo muitas alegrias e amor. O segredo é estabelecer prioridades e saber administrar a renda da família corretamente. Garantindo, dessa forma, uma experiência proveitosa, feliz e inesquecível.

19
jun

Como vestir seu pequenino nesse inverno

meufofinho_blog_fotos_1
As temperaturas rigorosas do inverno costumam levar as mamães de primeira viagem, com seu instinto de proteção, a exagerar na quantidade de roupinhas na hora de vestir os pequenos. Mediante o frio, as doenças que acompanham a estação, e o mito comum de que os bebês passam mais frio que as crianças maiores e os adultos, é bastante comum errar na hora de escolher a roupinha adequada, prejudicando o bem-estar do pequeno.
Como dito, a ideia de que bebês sofrem mais com a mudança climática é um mito. O que acontece é que a temperatura de nosso corpo se mantém entre 36 e 37°C, mas nas crianças com até 6 meses essa capacidade ainda não está desenvolvida, o que os leva a esquentar ou esfriar com maior rapidez. Uma dica simples é vestir seu filho com uma camada de roupa a mais em relação àquela que você mesmo estiver usando. Assim, quando estiver com uma camisa de manga comprida, acrescente um casaco ao bebê; se estiver de manga curta, vista ele com uma manga comprida, e assim por diante.
Já na hora de montar o enxoval, o ideal é prezar pelo conforto do bebê. Portanto, para além da temperatura, sempre leve em consideração a liberdade de movimentos. Evite comprar peças justas ou muito pequenas; opte por roupinhas de corte largo, simples, sem golinhas apertadas, zíperes, capuz ou botões nas costas, que podem incomodar as crianças, já que elas passam a maior parte do tempo deitadas. Em relação aos tecidos, a melhor escolha são fibras naturais como a 100% algodão, que são mais leves, permitem que a pele respire, e ainda evitam irritações

Frio ou calor?
Saber a quantidade de peças de roupa e o material são tarefas essenciais, mas não podemos deixar de atentar ao básico: que tipo de peça é adequada para cada estação e como saber se o bebê está com frio ou com calor?
Nos dias de frio com mudança constante de temperatura, comuns no outono e inverno brasileiros, é preferível vestir as crianças com muitas camadas, em vez de um único casaco pesado. Assim, se existir uma mudança brusca no clima, basta tirar ou acrescentar peças. No calor, macacões fininhos de algodão ou bodies de manguinha com perninhas de fora são coringas para o roupeiro infantil. Evite colocar sapatinhos e até mesmo meias em dias de calor.
Para ter certeza que o bebê está confortável, é preciso estar atento a sinais observáveis: lábios, mãos e pés arroxeados, bem como narizinho gelado são sinais de que o bebê precisa de mais roupa; rosto avermelhado, suor nas dobrinhas e irritação, são sinais de roupa em excesso. Um banho morno e roupinhas mais leves vão deixá-lo relaxado.
Esses cuidados devem permanecer até os dois anos de idade, quando a criança já é capaz de retirar e colocar o próprio casaquinho. Até lá, a dica é bom senso. Não exagere, a moda infantil só tem uma indicação: comodidade!

06
jun

Dicas para pais de primeira viagem

meufofinho_blog_fotos_2

Predição de mudança de rumos, o anúncio da paternidade é um momento inesquecível para todos. No entanto, essa descoberta é só um entre os tantos outros grandes momentos e aprendizados que virão em sequência, fruto deste grande desafio que, como qualquer outro, traz trabalho, mas sobretudo muita felicidade. Embora o aprendizado e o deleite só vêm verdadeiramente com a experiência, e mesmo que cada uma delas seja única, existem, no entanto, traços comuns que podem antecipar a visão dessa nova vida para os futuros e ansiosos pais:

. Mudança de Rotina e Hábitos: É inevitável: seus horários, distrações, programas e objetivos diários vão mudar completamente. Serão noites sem dormir, as saídas com sua parceira e amigos serão quase nulas, as idas ao cinema serão somente para ver animações, e as festas terão balões, bolo e brincadeiras infantis…;
. Sem tempo: O happy hour ou futebol com os amigos, o videogame ou o Netflix ficarão em segundo plano. Será necessário, mais do que nunca, estar presente em casa, assumir tarefas e estar pronto para pequenas ou grandes emergências;
. Descobertas: Ser pai é uma eterna descoberta. Você vai se pegar aprendendo coisas que jamais pensou em aprender. De obviedades como trocar as fraldas, preparar papinhas, colocar o bebê para dormir, até decorar dezenas de canções e histórias infantis que permanecerão sempre na sua cabeça, até a descoberta de novos lugares no seu bairro, como a pracinha, o campinho e a escolinha, tudo será novidade;
. Planejamento: Não são poucas as vezes que escutamos que criar um filho não é tarefa fácil ou barata. E, definitivamente, isso não é exagero. Enxoval, quartinho, brinquedos, berço, estoque de fraldas… Se a lista de investimentos prévios já é extensa, a que se segue ao desenvolvimento da criança parece não cessar nunca: pediatra, creche, passeios, cursos, roupas… E claro, é bom estar preparado para abrir mãos de mimos próprios para deixar seu pequeno feliz: deixar de comprar coisas para si para levar um presentinho para casa, trocar o sonho do carro esportivo por uma van, e assim por diante;
. Ser um exemplo: A relação entre pai e filho é uma troca. Se aprendemos muito com essa experiência, não podemos deixar de lembrar que todas nossas ações vão inspirar essa nova pessoa que começa a se relacionar com o mundo. O pai é um exemplo, um herói e uma das principais influências na formação da criança. Por isso, para ser um bom pai é necessário ser uma boa pessoa, medir ações e palavras, saber orientar e ser movido pela tolerância;
. Educação: Sim, somos exemplos e guias, e sempre queremos o melhor para nossos filhos. No entanto, como em toda relação, a paternidade pede empatia. É necessário apontar bons costumes e como se portar com respeito, mas o essencial é permitir que as crianças se sintam bem-vindas a expressar seus verdadeiros potenciais. É importante estar atento para não projetar nos filhos nossos próprios anseios. Cada pessoa é única, e não nos cabe transformar os sonhos de nossos filhos na extensão daquilo que desejamos conquistar.

Se os desafios e as responsabilidades parecem árduos, não se preocupe, pois tudo vai parecer leve a cada sorriso ou gargalhada do bebê, e nada vai ser tão emocionante e especial quanto escutar o primeiro “Eu te amo, papai!”. Ser pai é voltar a ser criança para crescer novamente de uma forma mais gratificante e feliz.

22
maio

Confira dicas para acertar na hora da escolha da escolinha infantil ideal

meufofinho_blog_escola

As pesquisas apontam que uma educação infantil de qualidade interfere ao longo de todo o desenvolvimento da criança e de sua relação com a sociedade. Por isso, uma das escolhas mais difíceis e importantes para os pais é decidir a primeira escolinha do filho, afinal esse será o ambiente onde a criança passará boa parte do dia e onde fará as primeiras aprendizagens e amigos longe de casa. Para facilitar sua vida, separamos algumas dicas que podem te ajudar nesse processo:

1) Localização: Uma escolinha perto de casa ou do trabalho é uma boa ideia, sobretudo, para quem mora em cidade grande. Atravessar quilômetros todos os dias com uma criança chorando pode ser uma má experiência. Além disso, a ida ao local é facilitada em caso de emergência;

2) Segurança: Crianças possuem pouca noção de perigo. Ao visitar a escolinha observe pontos como muros, grades e alambrados, se as janelas têm telas, se as tomadas são cobertas e se os produtos de limpeza são mantidos longe das crianças. Além disso, é sempre bom analisar a limpeza do local;

3) Espaços da escola: As salas precisam ser bem arejadas e contar com passagens para o jardim, além de banheiros e trocadores por perto. Também é indispensável que existam materiais como fantasias, brinquedos e livros, ao alcance das crianças para que elas possam fazer escolhas e aprender brincando;

4) Atividades extracurriculares: Estudos apontam que até os quatro anos desenvolvemos mais da metade de nosso potencial mental adulto. Fazer dança, natação, idiomas e até aulas de arte pode ajudar as crianças a desenvolver, desde cedo, uma séria de habilidades. Mas lembre-se de que os pequenos não devem ser sobrecarregados. Até os dois anos, por exemplo, não é recomendado que as crianças façam tais atividades. E por fim, é preciso contrabalancear: criança necessita brincar;

5) Número de professores: É necessário perguntar à direção da escola quantas professoras ou berçaristas há por criança. Até um ano de idade, é ideal um profissional para cada três bebês. Depois disso, é indicado que cada profissional possa atender de seis a oito alunos.

Recentemente o MEC (Ministério da Educação) também divulgou uma lista de perguntas básicas para fazer na hora de escolher a escola de educação infantil, que pode ser acessada AQUI. Agora, munido destas dicas, é só pesquisar as escolinhas de sua cidade para ter a certeza de estar garantindo o melhor para seu pequeno.

08
maio

A importância da “picadinha”

meufofinho_blog_fotos (1)

A ciência afirma e os dados confiram: a “picadinha” e a “gotinha” são fundamentais para proteger o corpo de inúmeros males, proporcionando um desenvolvimento saudável desde o nascimento até a velhice. A criança nasce com um sistema imunológico mais baixo do que o dos adultos e por isso é mais suscetível às doenças. Seguir à risca a carteirinha de vacinação é indispensável para que os pequenos fortaleçam o organismo.
Inventada em 1796, a vacina é considerada um dos maiores marcos da saúde na história. Seu avanço mais notável se deu na década de 1960, quando foi criada a prevenção da paralisia infantil, a famosa “gotinha”. No Brasil, as vacinas vêm sendo utilizadas desde o início do século XX. Prova cabal da eficiência e importância das vacinas, com um dos programas de vacinação infantil mais eficientes do mundo, conseguimos erradicar a paralisia infantil de nosso país.
O Calendário Oficial de Vacinação do Ministério da Saúde aponta cinco vacinas infantis básicas: BCG (contra tuberculose), VOP (poliomielite), tetravalente (tétano, difteria, coqueluche e meningite), SRC (sarampo, rubéola e caxumba) e a vacina contra hepatite B. Em alguns estados, há ainda uma sexta vacina, contra febre amarela. Todas possuem datas específicas do ano para aplicação e a maioria demanda três doses e um reforço. Na primeira vacinação de seu filho, você receberá a carteirinha de imunizações. Para garantir a saúde dos pequenos, é muito importante guardá-la com cuidado e levá-la sempre às consultas de rotina no pediatra. Veja o calendário aqui.

COMO FALAR SOBRE A PICADINHA
Se acompanhar o tempo correto de cada vacina e reforço é tarefa básica, um problema que normalmente dá dor de cabeça aos pais é o momento de levar a criança para ser vacinada. O medo e a birra são comuns, e mesmo o Zé Gotinha ou as promessas de recompensa podem não ser o suficiente. Como em qualquer processo mais complicado, a chave está na calma e na sinceridade. São inúmeras as dicas que podem ajudar nessa hora:
. Não prepare a criança com muita antecedência, isso só vai alimentar seu medo. O ideal é falar com a criança no dia, explicando sem mentir que vai ser só uma picadinha rápida ou uma gotinha, e que é muito importante para evitar que ela fique doente. É preciso ser firme, mas carinhoso. A criança necessita se sentir protegida;
. Não minta nunca. Seu filho precisa ter confiança em você. Diga que realmente pode doer, mas que é bem pouquinho, e que você vai estar junto com ele;
. Se possível, distraia seu filho e evite que ele veja outra criança chorando por causa da vacina;
. A recompensa é opcional, mas se existiu alguma promessa, é importante cumpri-la. E para além de um doce ou presentinho, uma demonstração de carinho como um abraço ou um beijo são essenciais.

LINKS IMPORTANTES:
. Para ajudar a acalmar as crianças: clique aqui.
. Calendário atualizado de vacinação: clique aqui.

. Lista de doenças prevenidas pela vacinação: clique aqui.

Por fim, vale lembrar: cuidar da saúde das crianças é um sinal de carinho e demonstração de amor. Verifique se seu filho já tomou todas as vacinas indicadas, e caso não, vá até o posto de saúde mais próximo ou converse com o pediatra da família, para garantir todo cuidado que seu pequeno merece!

03
abr

Como criar uma rotina para o sono

meufofinho_blog_fotos_sono

Quando um novo bebê chega na casa, isso mexe com a rotina de todos, principalmente na hora de dormir. Como os bebês recém-nascidos ainda não tem um padrão de sono, eles são guiados pela fome e pelo cansaço. Mas a partir do primeiro ou do segundo mês, você já pode começar a criar uma rotina para a hora do sono.
O primeiro passo é definir um horário. Escolha um que seja compatível com o horário da família, pois você precisará se esforçar ao máximo para cumpri-lo. Essa definição é muito importante, pois quando o horário certo se aproximar, o próprio bebê já começará a dar sinais de sono. E lembre-se que crianças pequenas tem grandes necessidades de sono, então calcule intervalos que permitam um descanso longo e profundo.
Depois crie um ritual do sono. Pode ser mama, banho, história e cama, ou outras atividades que você escolher e que possam ser feitas sempre na mesma ordem. Um banho sempre ajuda a relaxar e o momento da história é uma grande oportunidade para os papais participarem da rotina. Ao seguir sempre esse ritual, o bebê acostuma e já entende que está na hora de dormir.
Uma dica importante é colocar o bebê na cama dele ainda acordado, para que aprenda a dormir sozinho. Assim você vai ajudá-lo a se tornar mais independente e seguro. Caso o bebê esteja com dificuldades para dormir sozinho, você pode começar colocando a mão sobre ele, para que sinta sua presença e, com o passar dos dias, tire a mão e apenas converse, até que sua presença por perto seja o suficiente para que ele se sinta seguro para dormir.
Se o bebê acordar durante a noite, não o tire imediatamente da cama (exceto em casos de emergência). Muitas vezes ele está apenas passando pelas etapas do ciclo de sono. Sempre observe se ele vai voltar a dormir ou se realmente precisa de atendimento.
Nenhuma rotina é implantada da noite para o dia, mas os bebês aprendem com uma velocidade incrível. Tudo que você ensinar a eles, será aprendido. Então se você o faz dormir sempre no colo ou na cama dele, ele aprenderá que essa é a maneira correta de dormir.
Agora é montar a rotina e ajudar toda a família a dormir melhor.

20
fev

Será que meu filho está comendo direito?

meufofinho_blog_foto_alimentacao

Para muitos pais, a hora das refeições é um momento de estresse, birra e cara feia.
A mãe prepara a comida com toda carinho, pensando em todos os nutrientes para a saúde do filho, mas na hora, não tem jeito: uma ou duas garfadas e a criança já não quer mais comer.
É bom os pais se acalmarem, pois se a criança está se desenvolvendo normalmente, não há com o que se preocupar. Crianças de 1 a 3 anos geralmente comem pouco, é uma das características dessa idade. O que os pais têm que ficar atentos é se o filho insiste em comer um ou dois tipos de alimentos por várias semanas. Aí, sim, eles podem ficar com deficiência de vitaminas e minerais.
O ideal é oferecer à criança alimentos que possuem vários ingredientes em sua preparação. Evite lanchinhos que encham a barriga e tiram o apetite das refeições.
Uma boa estratégia para despertar o interesse do filho pela comida é convidando-o para ajudar na preparação do almoço ou jantar. Alimentos coloridos também são ótimos para deixar o prato com visual mais atraente.
E por fim, evite forçar a criança a raspar o prato. Especialistas admitem que essa prática pode levar a hábitos alimentares pouco saudáveis na vida adulta.

06
fev

O nascimento dos primeiros dentinhos

meufofinho_blog_foto_dentes

Para muitos bebês, o nascimento dos primeiros dentes não é lá muito divertido. A criança fica irritada e acaba preocupando os pais, que não sabem o que fazer para acalmá-la.
O surgimento dos dentes ocorre mais ou menos aos seis meses de idade e causam bastante incômodo aos bebês, como dor nas gengivas, salivação e, em alguns casos, febre e diarreia.
Para aliviar o desconforto, os pais podem dar um mordedor à criança ou fazer uma massagem com o dedo indicador em toda gengiva, sempre com a mão bem limpa. Se a irritação for muito forte, é melhor consultar o médico, que poderá receitar analgésicos e antitérmicos.
Nesta fase inicia-se a introdução de alimentos mais consistentes, que também ajudam a massagear a gengiva e estimular a mastigação.
É muito importante fazer a correta higienização desde o nascimento dos primeiros dentinhos. Inicialmente utilizando uma gaze ou fralda embebida em água filtrada, depois ir introduzindo a escova e ajudando a criança.
Aos três anos, seu filho terá todos os dentes de leite e, com a sua supervisão, já poderá escová-los sozinho.

23
jan

Viajar com as crianças pode ser divertido

meufofinho_blog_foto_viagem

Viajar é uma das melhores coisas a se fazer, não é mesmo? Mas será que podemos dizer a mesma coisa quando o passeio envolve as crianças?
Quando a família decide tirar férias junta, o ideal é fazer um planejamento, considerando a idade dos filhos, escolha do destino e o tempo de viagem.
Crianças muito pequenas, com até três meses de idade, precisam de cuidados especiais com alimentação e sono. Evite viagens muito longas nessa fase. A partir dos dois anos, as crianças já aproveitam melhor as atividades. Programas ao ar livre ou junto à natureza são ótimas opções até os quatro anos de idade. Entre cinco e nove anos, programas culturais e museus despertam a curiosidade da criançada. A partir dos dez anos, os parques são a grande atração. Mas não esqueça que os adultos também têm a sua vez na viagem e os pequenos devem respeitar isso.
Independente do lugar, o que vai fazer sua viagem ser divertida é a alegria de passar bons momentos em família.